Quarta-feira, 20.05.09

Paço dos Cunha de Santar Vinha do Contador branco 2006

O Paço dos Cunha de Santar, após ser reabilitado pela Dão Sul, ganhou nova vida. Antes, já se fazia vinho por estas bandas. Foi a partir daqui que se começou a falar a sério dos seus vinhos, com a colheita de 2004. Por curiosidade, esse vinho ainda se encontra no mercado, sem que alguma nova colheita o substitua. Depois sairam para o mercado os topos de gama da marca, os Vinha do Contador, em versão tinto e branco. Estas vinho logo se tornaram ícons da região do Dão, estando as suas colheitas entre os melhores. São vinhos de um novo Dão, vinhos com largo estágio em barrica, muito estruturados e de quem se espera longa vida em garrafa. A enologia está a cargo de Carlos Lucas, um dos enólogos portugueses com mais vinho no topo por todo o país.
O vinho em prova é o branco da colheita de 2006. Um vinho apresentado numa garrafa imponente e que custa cerca de 10 euros. Estagiou em barricas de carvalho francês.
Tem uma cor amarelo vivo. Nariz intenso, com notas de fruta tropical a lembrar ananás e um pouco de banana. Esta está bem envolvida na tosta e ligeira baunilha. Encontramos depois notas especiadas a lembrar anís e cravinho. Fundo mineral. A boca é gorda e com uma bela acidez. A fruta encontra-se em pleno e bem envolvida com as notas de tosta e especiarias. Final longo e complexo.
Como esperava, este vinho vai na linha do 2005, um dos melhores vinhos brancos do Dão que provei. Um branco onde se nota a fruta em equilibrio com a madeira onde estagiou, não se notando o peso desta. Apesar de ser intenso e poderoso, não chega a ser pesado devido à frescura que tem. Perfeito para acompanhar um peixo no forno ou queijos tipo serra. 17.
publicado por allaboutwine às 12:07 | link do post | comentar | ver comentários (3)
Sábado, 05.01.08

Paço dos Cunha de Santar Vinha do Contador 2005

Castas: Malvasia Fina, Cerceal e Encruzado; Estágio: 6 meses em carvalho francês; Álcool: 13%.
Amarelo canário, brilhante. Muito boa complexidade. Notas de maça acompanhadas de baunilha, mel, caramelo e flores brancas. Boca gorda, muito boa acidez. Notas de baunilha e manteiga. A maça continua a marcar presença. Curiosas notas de ervas aromáticas a lembrar coentros. Final longo a deixar vontade de dar mais um golo.
É um vinho complexo, cheio de vida e para durar, quase aristocrático. Recomendo vivamente este branco. 17.
publicado por allaboutwine às 15:12 | link do post | comentar

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