Domingo, 21.06.09

Allo Dócil branco 2008

Uma novidade das terras minhotas da parceria entre José António Cerdeira e Dirk Niepoort. Depois de nos brindarem com o Soalheiro Primeiras Vinhas, agora apresentam-nos um branco dócil, um branco mais leve, com ligeiro açucar residual e com um grau alcoólico de 10,5. Precisamos deste tipo de iniciativas, de espíritos inovadores e de produtos novos com qualidade. Estes dois protagonistas não enganam.
Muito oportuna a altura do seu lançamento, num pico de calor, onde este vinho é rei.
Um vinho com uma imagem muito apelativa, jovem, fresca, que sai para o mercado com um preço um pouco acima dos 6 euros.
Cor amarela esverdeada. Aroma de média intensidade com notas vegetais bem integradas com a fruta do tipo pêra, meloa e alguns citrinos. Ligeiro floral.
Boca de médio corpo, com uma bela acidez e ligeira doçura. Continua com as notas que encontrámos no aroma, limão, pêra e o lado mais vegetal. Final longo, com boa complexidade e ligeira doçura.
Uma autêntica surpresa. Um vinho que tem as características dos Soalheiro mas com um perfil mais delicado e podemos dizer, feminino. Uma estreia auspiciosa, que será difícil desagradar a quem quer que seja. Bebe-se muito bem sem acompanhamento ou como parceiro de comida oriental ou umas simples saladas. Sou fã. 16,5.
publicado por allaboutwine às 11:33 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Casa Santos Lima Sauvignon Blanc branco 2008

Na senda dos brancos frescos, nada melhor que um Sauvignon Blanc. Um Sauvignon do Velho Mundo, não de França (país de origem) mas de Portugal, mais precisamente da Estremadura.
É fácil encontrar um vinho branco barato e que dê prazer beber, ainda para mais com este tempo quente, nada melhor que a frescura de Sauvignon, de um Arinto, de um Ecruzado, de um Alvarinho. Temos no mercado vinhos baratos e em bom número, é só escolher.
Este exemplar feito pela Casa Santos Lima é um exemplo perfeito disso. Um vinho que custa 3 euros, e que acompanha perfeitamente umas boas petiscadas um mesmo sem acompanhamento. Ora vejamos.
Tem uma cor amarelo pálido. Aroma intenso com muitas notas de fruta citrinas a lembrar limão e limas frescas. O vegetal vem a seguir com espargos e relva acabada de cortar. A boca é intensa e de médio porte. Acidez refrescante. Muito vegetal, com relva e ligeiros espargos. Alimonados.
Final longo e fresco.
Não tem a intensidade dos neozelandeses nem a complexidade dos franceses, mas também não é isso que se pretende. Um vinho bem feito, barato, muito interessante. Uma bela aposta. 15,5.
publicado por allaboutwine às 10:55 | link do post | comentar | ver comentários (4)

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