Quinta-feira, 11.02.10

Fritz Haag Brauneberger Juffer Riesling Kabinett branco 2005

Ando agora a começar a conhecer os vinhos brancos alemães, principalmente da região de Mosel. Depois deste último Verão ter provado alguns Dr. Loosen, comprei este Riesling depois de algumas boas opiniões de amigos e também para servir de acompanhamento de umas entradas.

Fritz Haag é um dos principais produtores da região de Mosel. Desde 1605 que existem registos da marca, ainda a cidade tinha outro nome, Dusemond. Ainda hoje, a vinha de 12 ha da Fritz Hagg é conhecida por "Dusemonder Hof".
Actualmente nas mãos de Oliver Haag, a casta Riesling, casta única no encepamento da casa, é muito bem tratada. São estonteantes os vinhos que de lá saem (e ainda não tive a sorte de provar os melhores!), muito elegantes, puros e complexos.

Impressionante é também a sua cor, citrina, muito límpida e cristalina.
Aroma com boa intensidade e que nos cativa logo com notas apetroladas bem combinadas com citrinos maduros e ligeiramente melados.
Boca com corpo mediano em com uma boa acidez. A doçura que ele tem envolve e arredonda muito bem o palato. Final com um bom comprimento e uma frescura ampla, que enche a boca com delicadeza.

O vinho deixou-me rendido. Por cerca de 15 euros podemos beber um branco muito elegante (isto é que é elegância!), cheio de finura. Deu-me prazer, foi dinheiro bem gasto. Que podemos querer mais? 16,5.
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Terça-feira, 09.02.10

Azul Portugal (Tejo) branco 2008

Vinho feito pela Companhia das Lezírias, com a enologia de Frederico Falcão. Tem na sua composição as castas Fernão Pires e Arinto. Teve todo o tratamento (fermentação e estágio) em cubas de inox.

Tem uma cor citrina intensa.
Aroma de fraca intensidade, com notas que nos fazem lembrar flores brancas e fruta madura, onde encontramos uns citrinos a lembrar limão. Algum vegetal de fundo.
Boca com bom volume e boa acidez. Confirma o que encontrámos no nariz. Temos as flores, a fruta madura e o toque vegetal. Final mediano.

Temos aqui um vinho que, apesar de ser encorpado, tem um perfil leve. Apesar de pouco intenso é um vinho muito limpo, muito clean. São duas castas que não são muito aromáticas e este vinho mostra exactamente isso. Será boa companhia no nosso dia a dia ou para as petiscadas de Verão.14.
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Domingo, 31.01.10

Solar dos Lobos

A história é simples. Um grande grupo económico, Lobo da Silveira, detentora de vinhas no Alentejo nas zonas do Redondo e Arraiolos e de uma marca no mercado, decidiu apostar a sério nos vinhos de mesa. Adega moderna, enologia de Susana Esteban, que rumou do Douro e da Quinta do Crasto para o sul do país abraçando este projecto, e vontade de fazer bons vinhos, parece ser receita para os vinhos Solar dos Lobos estarem, agora, na escolha dos portugueses.

Estou a provar toda a gama dos vinhos Solar dos Lobos, começando pela chamada entrada de gama branco e tinto. Passemos então aos vinhos.

Solar dos Lobos branco 2008

Feito com as castas Chardonnay, Sauvignon Blanc, Arinto e Antão Vaz. Um vinho sem passagem por madeira.
Amarelo citrino. Aroma com intensidade mediana, onde encontramos notas de fruta citrina com algum limão e também algumas notas de melão. Fundo vegetal com algumas flores brancas. Boca com volume mediano e com uma boa acidez. Fruta madura, também aqui com toque citrino e vegetal. Final mediano.

Temos aqui um branco bem feito, fácil de gostar, com uma receita comum a muitos compadres seus sulistas nesta gama de preço. Aposta correcta. 14,5.


Solar dos Lobos tinto 2006

Feito com Trincadeira, Aragonês, Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional. Vinificação e estágio em inox.
Cor granada de média concentração. Aroma com boa intensidade, onde encontramos fruta madura a lembrar morangos, cerejas e groselhas. Ligeiro chocolate de leite e ponta vegetal. Boca com volume mediano, tal como a acidez. Muito frutada e com chocolate de leite a acompanhar. Final mediano e frutado.

Gostei deste vinho. A fruta aparece madura mas não enjoativa, até com com um perfil um tanto delicado, a par de chocolate de leite guloso. Boa escolha para o dia a dia. 15.

Os vinhos de entrada de gama tinto e branco já estão provados e aprovados, faltando só o rosé. Parecem-me ser vinhos muito bem feitos, com mistura de castas nacionais e estrangeiras, fugindo à doçura excessiva. O tinto teve uma medalha de bronze no concurso Wine Challenge 2009.
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Segunda-feira, 18.01.10

CARM Reserva branco 2008

Depois de ter provado o  branco e o tinto da colheita de 2008, ambos muito bem feitos e com boa relação preço/qualidade, passei à prova dos reserva, aqui a começar pelo branco do mesmo ano.

Apresentado em garrafa borgonhesa, elegante, acompanha a nova imagem da casa. Estilo sóbrio, moderno e muito apelativo. Este branco foi feito com vinhas velhas do produtor. Temos então a Códega de Larinho, Viosinho e Rabigato. Estagiou 8 meses em barricas de carvalho francês, com direito a battonage.Tem uma cor amarelo vivo. Aroma com boa intensidade, onde se encontram notas abaunilhadas na companhia de algum vegetal e citrinos intensos, como limão. A fruta continua num pendor mais tropical, com manga e papaia. Fundo mineral e com alguma tosta. Boca encorpada e com uma bela acidez, deixando a boca a salivar. Fumo, mineral, baunilha e fruta (citrina e tropical). Final longo, com boa comlexidade e frescura.

Temos aqui um vinho com bastante qualidade, onde se nota bem a sua origem, com notas minerais abundantes bem conjugadas com a fruta e a madeira onde estagiou. Boa complexidade, fino, dá uma prova muito bem conseguida neste momento mas que não virará a cara a mais um tempo em garrafa. Um preço abaixo dos 10 euros. 17.
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Sexta-feira, 15.01.10

Esporão Private Selection branco 2008

Os vinhos das Herdade do Esporão tornaram-se presença assídua neste blog. Também não é para menos, são vinhos com muita qualidade nos diferentes patamares, com preços em sintonia com a mesma, com um perfil moderno mas sem comprometer a sua origem, a sua linhagem alentejana.

Tenho tentado seguir estes brancos desde há algum tempo. Devo dizer que são vinhos que habitualmente me enchem as medidas, vinhos complexos, gulosos, com boa capacidade de evolução em garrafa, ao contrário do que se diz por aí. Na minha opinião, no que toca a brancos, situo-os no topo das minhas preferências nacionais.

Este PS 2008, com outra garrafa, bonita e oponente, com o rótulo da autoria de José Pedro Croft, com alusões às cores do vinho e à sua origem, foi feito com castas internacionais. Temos então a Semillon, Marsanne e Roussanne, que estagiaram em barricas novas de carvalho françês durante seis meses "sur lie" com "batonnage", centrifugação e filtração. Tratamento de luxo.
Brinda-nos com uma cor amarelo vivo. Aroma intenso onde sobressaem notas frutadas que nos lembram os trópicos, com manga e papaia, na companhia de alguns citrinos, com notas de laranja. A fruta está bem envolvida na baunilha e alguma tosta. Ligeiro toque melado. Boca encorpada e com boa acidez, onde encontramos a fruta tropical, com algumas notas mais citricas. Assentam bem no fundo abaunilhado, com toque melado. Final longo e com boa complexidade.

Um vinho muito curioso, feito unicamente com castas francesas, que nos transmite um aroma diferente do que costumamos encontrar nos vinhos portugueses. Fruta tropical madura dá o mote para um vinho cheio, cremoso e com boa complexidade. A ver pelos anos anteriores, irá evoluir bem em garrafa. Falamos daqui a uns anos. 17,5.
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Sexta-feira, 08.01.10

Quinta do Crasto / A gama de entrada


Falar da Quinta do Crasto é falar de alguns dos melhores vinhos portugueses, dum produtor que é dos mais queridos "cá dentro" e dos mais reconhecidos "lá fora". Na parceria com mais quatro produtores durienses de nome Douro Boys, é uma das lanças para mostrar a qualidade do vinho português no estrangeiro.
Um pouco da história nas palavras do produtor: "As primeiras referências conhecidas referindo a Quinta do Crasto datam de 1615, tendo sido posteriormente incluída na primeira Feitoria juntamente com as Quintas mais importantes do Douro. Um Marco Pombalino datado de 1758 pode ser visto na Quinta.
Logo no início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da casa de vinhos Constantino. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida foi o seu filho Fernando de Almeida que se manteve á frente da gestão da Quinta dando continuidade á produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.Em 1981, Leonor Roquette (filha de Fernando de Almeida) e o seu marido Jorge Roquette assumiram a maioria do capital e a gestão da propriedade e com a ajuda dos seus filhos Miguel e Tomás deram início ao processo de remodelação e ampliação das vinhas bem como ao projecto de produção de vinhos de mesa pelos quais a Quinta do Crasto é hoje amplamente conhecida."

São muitos os vinhos produzidos pela Quinta do Crasto. A gama de entrada, vinhos dos quais estou a falar neste post, alguns monovarietais, como o Tinta Roriz e o belíssimo Touriga Nacional, o Reserva Vinhas Velhas, uma das melhores compras em relação ao preço que tem, e os topos de gama, Vinha Maria Teresa e Vinha na Ponte que, como o nome indica, são vinhos de uma só vinha. A enologia está a cargo de Dominic Morris e Manuel Lobo.


Crasto branco 2008

É apenas a segunda colheita deste branco (a primeira foi em 2007) e também o único branco feito pelo produtor. Foram usadas as castas Gouveio, Roupeiro e Rabigato, com vinificação e estágio em inox.
Apresenta uma cor amarela citrina. Notas intensas de fruta citrina e outras, a fazer-nos lembrar limão, pêssego e maracujá. A fruta está bem companhada por notas vegetais, mais verdes. Fundo mineral. A boca tem um corpo mediano e uma bela acidez, refrescante. Sabores vegetais e frutados, tal como no aroma. Bom final, com muita frescura.
Temos aqui um branco bem feito, muito agradável, onde a fruta está presente e aliada a uma grande frescura. Não é muito complexo, mas também não será esse o objectivo. Um bom vinho para o dia a dia, com alguma personalidade. 15,5.

Crasto tinto 2008

Marca já com alguns anos no mercado e com colheitas mais antigas a andar nas bocas dos enófilos, com boas surpresas em relação à capacidade de evolução deste vinhos, pelo menos dos mais antigos. Feito com as castas Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Touriga Nacional. Tal como o branco, teve tratamento em inox.
Tem uma cor rubi escuro. Aroma intenso, com notas de frutos vermelhos, como morangos, groselhas e algumas cerejas. Encontramos também notas florais e alguma especiaria, a lembrar pimenta. Boca com bom corpo e boa acidez. Apresenta-se algo contida e elegante, com notas frutadas, com cerejas e framboesas, que fazem companhia a flores e ligeiras especiarias. Final mediano e frutado.
Um vinho marcadamente duriense, com boa fruta, contida mas bem presente. Fácil de gostar, acompanha perfeitamente os pratos do nosso dia a dia. 15.


Como conclusão, são dois vinhos bem feitos, muito agradáveis, bem durienses e portugueses. Pena o preço ser um tanto elevado porque nem todos podem despender cerca de 9 euros para vinhos do dia a dia.
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Terça-feira, 29.12.09

CARM branco 2008

Principio agora uma prova da gama dos vinhos CARM.
A Casa Agrícola Roboredo Madeira (CARM), produtor duriense de Almendra, Douro Superior, é uma empresa familiar, existindo documentos que atestam a sua actividade económica desde os meados do século XIII. São cerca de 220 ha de olival e 60 ha de vinha espalhados pelas várias quintas da família, de onde saem os seus vinhos e o azeite de alta qualidade.
Tal como em quase toda a região, é o xisto que predomina, conferindo aos vinhos as características únicas que os diferenciam dos vinhos do resto do mundo.
A imagem dos rótulos foi totalmente reformulada, tal como a gama dos vinhos. Temos assim rótulos muito apelativos e com um perfil mais "clean". A gama de vinhos começa com os CARM colheita branco e tinto e acabam nos reserva, também na versão branco e tinto.

Começo pelo colheita branco de 2008. Um vinho feito com as castas típicas durienses, como o Códega de Larinho, Rabigato e o Viosinho.
Mostra-nos uma cor amarelo citrino. O aroma é intenso, com notas citrinas a lembrar limão, lima, casca de laranja. Em ambiente mineral, mostra-nos ainda algum floral. A boca tem corpo mediano e uma boa acidez. Muito fruta citrina, tal como no nariz. Está muito bem acompanhada de notas minerais e flores. Belo final, muito fresco.

Temos aqui um bom vinho duriense. Um branco muito fresco, pleno de fruta citrina, muito apelativa. Por cerca de 4 euros, podemos ter um vinho para o dia a dia com qualidade e que acompanhará pratos mais leves. Uma boa escolha. 15,5.
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Sábado, 26.12.09

Terras do Avô branco 2008

Temos aqui mais uma novidade no mercado dos vinhos. Um vinho que nos chega da Madeira, mais propriamente do Seixal, concelho de Porto Moniz (lado norte da ilha), do vitivinicultor Duarte Caldeira.

Empresa familiar (Duarte Caldeira e Filhos Seixal Wines Lda.), com tradição nesta região da Madeira, lança agora este branco feito unicamente com a casta Verdelho. São cerca de 5000 garrafas, que chegam ao público com um preço a rondar os 10 euros.
A casta está bem patente no aroma, com notas de fruta tropical madura, com especial destaque para abacaxi e kiwi maduros. A fruta continua o seu desfile mas desta vez num sentido mais citrino, com toranja e limão. Tudo num perfil um pouco contido. Mineral e um pouco fumado.
Na boca entra com bom corpo e sente-se uma bela acidez. Continua marcado pelas notas de fruta tropical e citrina, bem acompanhado por notas mais minerais, que lhe transmitem uma certa austeridade. Final longo e muito fresco.

O vinho começa por impressionar pela cor, um amarelo carregado. A fruta do Verdelho está lá, mas num registo contido. Muito equilibrado e harmonioso, bom corpo, que está bem aconchegado por uma bela acidez. Gostei do vinho. 16.
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Sexta-feira, 25.12.09

Quinta das Bágeiras Garrafeira branco 2004

Mário Sérgio Alves Nuno é talvez um dos últimos bastiões dos tradicionais vinhos da Bairrada, onde ainda não chegou a globalização e onde o perfli dos seus vinhos se mantém desde o começo do projecto, no ano de 1989. Mário Sérgio tinha na altura 23 anos.
Seguindo sempre o mesmo caminho e com castas tradicionais da região, como Bical e Maria Gomes para os brancos e Baga para os tinto, cedo caiu no goto dos enófilos, com vinho sérios, muito personalizados, raçudos e com características que os permite aguentar muitos anos em garrafa.
Nos anos excepcionais são feitos os Garrafeira (branco e tinto), que exprimem o que de melhor se faz na Bairrada.

Este vinho em prova é o Garrafeira branco 2004. Foi provado num jantar de natal de alguns amigos e no ar ficou a sensação de estar perante um grande vinho. Com uma cor amarelo dourado e aroma intensos a borracha, citrinos maduros, chocolate branco, frutos secos. Na boa sentia-se um corpo gordo e envolvente, com uma belíssima acidez. Citrinos, alperce, alguns químicos. Final longo e muito fresco. Estamos, realmente, na presença de um grande branco português.

Feito com Maria Gomes e Bical e estagiou em toneis avinhados sem recorrer a filtragens e colagens. Ele é gordo, grande estrutura, complexo, muito fresco. Diz-nos que ainda vai durar uns bons tempos em garrafa e nós bem o agradecemos. 17,5.
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Domingo, 20.12.09

Malhadinha branco 2008

Estamos na presença de um dos melhores brancos alentejanos, isto apesar da juventude da marca, com a primeira colheita a ser produzida no ano de 2004. Desde logo caiu no goto dos enófilos, pois apresentava uma qualidade soberba e espantosa para primeira colheita a idade precoce das vinhas, plantadas em 1998. Um perfil marcadamente internacional, muito apelativo e com uma excelente imagem.
A qualidade sempre foi mote da família Soares. O projecto Malhadinha Nova está aí para o comprovar. Vinhos de primeira linha, enoturismo de excelência, em suma, um projecto sólido, com alicerces qualitativos muito fortes e imagem imaculada.

Tenho seguido este branco desde a sua primeira colheita, sendo esta a quinta a sair para o mercado. O lote foi mudando de ano para ano, mediante a qualidade das castas nesse ano e o perfil desejado, mas sempre com a linha condutora bem definida.
A enologia está a cargo de Luis Duarte, um nome muito forte em terras alentejanas, com muitos vinhos de referência no seu currículo. O preço, esse, anda perto dos 16 euros.

Este Malhadinha 2008 foi feito com as castas Arinto e Chardonnay. Estagiou durante 8 meses em barricas novas de carvalho francês.
Apresenta uma cor amarelo palha intenso, bonita.
Aroma intenso, que começa por nos dar notas tostadas e minerais, acompanhadas de especiarias a lembrar baunilha e ligeira canela. A fruta está algo escondida, mas conseguimos encontrar notas de manga a alguns alimonados. Aparecem também apontamentos de frutos secos, em companhia de chocolate branco e algum coco.
Boca encorpada e com uma bela acidez. Baunilha, chocolate branco, manga, alguma tosta, coco. Final longo, complexo e guloso.

Temos aqui um vinho que está na sua plena juventude. Aroma muito preso, um tanto austero, uma grande estrutura acompanhada por uma bela acidez. Neste momento não está no seu melhor, diz-nos que temos que esperar por ele. Devo dizer que argumentos fortes não lhe faltam. Tentarei prova-lo daqui a uns tempos e estou convicto que a surpresa será muito boa. 16,5.
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