Quarta-feira, 15.07.09

Niepoort LBV porto 2003

Agora viramo-nos de novo para os Portos e de novo para a Niepoort. Em prova temos um LBV, um excelente vinho de final de refeição ou para acompanhar uma sobremesa. Não se pode abrir um Vintage com frequência, por isso, este tipo de Porto é a opção certa. São vinhos que não são caros e que muitos deles têm ótima qualidade.
Este LBV, da colheita de 2003, foi feito com castas de vinhas de baixa produção. Foram utilizadas a Touriga Nacional Touriga Franca, Tinto Cão, Tinta Francisca, Tinta Amarela, Sousão, Tinta Roriz entre outras. Depois de pisa a pé, foram estagiar em barricas de carvalho e em barris nas caves em Vila Nova de Gaia. Dirk tenta "engarrafar este Porto o mais cedo possível para que a frescura e fruta do vintage se revele no momento da prova".
Sai da garrafa com uma cor escura, concentrada. Artoma intenso e concentrado, com notas de pó de talco. A fruta aparece na forma de cerejas, amoras, ameixas em compota, figos secos. Ligeiramente químico, bem acompanhado de chocolate preto e de flores. Boca gorda e com bela acidez. Muita fruta madura e em compota. Tem a companhia de de flores, chocolate preto. Fundo mineral. Final longo e guloso.
Temos aqui um LBV de grande nível. Um vinho complexo, fresco, muito guloso. Ótimo para beber neste momento, é uma excelente opção neste tipo de vinhos. 16,5.
publicado por allaboutwine às 12:53 | link do post | comentar

Montes Claros Reserva branco 2007

É um vinho que tenho seguido nestes últimos anos, desde que descobri o gosto por isto, desde que me tornei enófilo. Um vinho que, geralmente, pelo que custa, é uma bela compra, uma compra sempre segura.
Tem um perfil, também devido ao estágio em madeira, que lhe permite acompanhar pratos um pouco mais puxados e complexos.
Esta versão de 2007 tem as castas tradicionais do Alentejo, Arinto, Roupeiro e Antão Vaz. Após estágio em madeira e em garrafa, sai para o mercado com um preço a rondar os 5 euros.
Cai no copo com uma cor amarelo citrino. Aroma de intensidade mediana com notas de fruta citrina a lembrar limão e lima e depois maça e pêra num toque mais maduro. Leve bafo tropical a lembrar manga. Ligeiro tostado e fundo abaunilhado. Boca de corpo mediano e boa acidez. Muito frutada, com citrinos e tropicais em grande plano. Fundo abaunilhado e com ponta de álcool. Bom final, com boa frescura.
Temos aqui um vinho bem feito, com um bom entendimento entre a fruta e a madeira, envolvidos num bom corpo e boa acidez. Não podemos deixar a temperatura subir muito, onde o álccol se encontra à espreita. Fora isso, é uma boa aposta. 15,5.
publicado por allaboutwine às 12:19 | link do post | comentar

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